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SINDICATO METABASE CARAJÁS

Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Extração de Marabá, Parauapebas, Canaã dos Carajás, Curionópolis e Eldorado dos Carajás             

NOVAMENTE A VALE COMEÇA COM CHORADEIRA PARA NEGOCIAR O ACORDO COLETIVO 2026

Todo ano de negociação de ACT, a direção da Vale vem com a mesma lamúria: traz relatórios cheios de lamentações, alegando dificuldades financeiras e culpando a “conjuntura internacional” para tentar travar o avanço salarial e os benefícios da categoria.
O presidente do Sindicato, Raimundo Nonato, o “Macarrão”, já avisou que “a conta do mercado não pode cair nas costas de quem sua a camisa na operação!”. Ressaltou ainda que “os trabalhadores continuam superando metas, quebrando recordes operacionais e gerando resultados bilionários no calor da mina, enquanto sentem no bolso o peso do custo de vida. É inadmissível que a mineradora chore miséria para quem produz, mas continue enchendo os bolsos dos acionistas com rios de dividendos vultosos”.

BAGUNÇA NO SISTEMA, ERROS EM CONTRACHEQUES E DESCASO NO TFD: CHEGA DE ROBÔ QUE NÃO RESOLVE!

A direção do Sindicato bateu com força no colapso do novo sistema de folha de pagamento, que virou um verdadeiro pesadelo. São contracheques com erros constantes, descontos indevidos e atrasos injustificáveis que desestruturam o orçamento familiar: “São erros e inconsistências nos contracheques que prejudicam o pagamento correto dos salários; atrasos inadmissíveis em rescisões contratuais e termos de quitação; retenção e atraso de reembolsos de todas as naturezas; demora injustificável e inadmissível na emissão e entrega do PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário), travando direitos previdenciários legítimos; e descaso total com o TFD (Tratamento Fora de Domicílio), comprometendo a agilidade, o respeito e a humanização imediata no atendimento à saúde de quem está em tratamento médico e de seus dependentes”.
Repudiamos a desumanização do atendimento por robô e tela automatizada, que não resolvem a dor do trabalhador! A categoria exige a volta imediata de um atendimento presencial, ágil, qualificado e humano. Não aceitaremos desculpas burocráticas enquanto os trabalhadores sofrem com o descaso!
A pressão desmedida por metas, os erros sistemáticos, o abandono no TFD e o assédio moral diário estão cobrando um preço inaceitável: a saúde física e mental da categoria. O índice de adoecimento e transtornos psicossociais disparou, transformando o ambiente de trabalho em um espaço tóxico.
Exigimos a criação de uma pauta temática específica para combater o assédio moral e as práticas abusivas de gestão, como também segurança psicológica e medidas práticas para garantir que todos os trabalhadores possam exercer suas funções com dignidade, respeito, tranquilidade e sem qualquer risco de perseguição ou retaliação.

PRÓXIMA REUNIÃO
Todos os 22 itens da nossa pauta de reivindicações foram discutidos na mesa de negociações e cabe agora à empresa apresentar uma proposta concreta para o Acordo Coletivo. A próxima reunião de negociação já está agendada para o dia 21 de outubro.
Reforçamos aos trabalhadores a importância de acompanharem todas as informações relativas às negociações do acordo coletivo, evitarem informações paralelas e boatos e não permitirem qualquer pressão para decisões apressadas quando tivermos uma proposta.
Converse com os companheiros de trabalho e fortaleça a mobilização para exigirmos respeito e um acordo coletivo de trabalho decente!

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